E é quando me falas que eu sinto... Que as palavras são amargas como o tinto E esses lábios doces cor de vinho Só me mentem ao dizer “Eu não te minto”! E nesses olhos verdes absinto Eu só consigo ver um labirtinto. E é quando tu te calas que eu penso... Porque é que não és feito de silêncio?
Ouvi esta música há uns dia na rádio e considero-a melhor que a Hello que, de resto, uso para fazer a piada quando atendo o telemóvel. Eu e o resto do planeta.
O filme estreou ontem em Portugal e, embora eu tenha visto a versão francesa num pseudo-Wareztuga francês, estou quase disposta a ir vê-lo ao cinema. Faz lembrar imenso a minha zona quando vivi em França (embora o filme tenha sido gravado no sítio oposto onde eu estava), a França rural é tudo assim: uns têm terrenos enormes para cultivar, outros têm animais e todos acabam nas feiras de produtos regionais a vender o que produzem, por isso é tudo bem diferente daqui. Foi muito bem retratada a realidade do campo e do conceito de família francesa sem falar no facto de eu adorar o francês. Tudo é melhor em Francês, onde a junção das letras PD é um insulto (e dos mais fortes)
As músicas são praticamente todas de Michel Sardou (que equivale à versão melhorada do Tony Carreira em Portugal) e há uma, cantada pela protagonista na sua audição, que se chama Je vole e pronto, vocês sabem o resto. Especialmente dedicada aos pais que não querem que os filhos saiam de casa para ir para as universidades, erasmus, etc. principalmente agora em que se está a decidir o futuro de mais de 45 mil alunos haverão pelo menos 90 mil pais preocupados mas algum dia têm que sair debaixo das saias da mãe, não é?
Descobri esta música graças aos anúncios do Spotify e esta é a única ocasião em que se deve agradecer aos senhores da publicidade. Obrigado, senhores do Spot.
Ouvir esta música faz-me lembrar o pôr do sol ao vir de viagem, da praia ou do rio. Não é bom quando as músicas se enquadram per-fei-ta-men-te nos nossos dias?
Esta música já é "antiga" e ouvi-a este ano no Festa Ibérica - Festival Internacional de Tunas Universitárias de Trás-Os-Montes e Alto Douro organizado pela Transmontuna e que este ano tinha como tema os Desenhos Animados.
A atuação da Transmontuna (Tuna Universitária de Trás-Os-Montes e Alto Douro) começou por esta música que na altura me fazia lembrar o José Cid mas veio a revelar-se algo mais ou menos melhor (porque Cid é Cid): era dos Azeitonas. Desde aí nunca mais a encontrei, mas o meu irmão disse-me há uns dias o que procurar. E encontrei. E não paro de a ouvir. Obrigada mano :)
Viciei nesta música esta semana pois, porque na semana passada ainda não tinha saído que é o novo single dos Virgem Suta que considero estar no patamar do melhor que é feito em Portugal neste campo. Portanto fiquem com o Ela Queria que é basicamente a história dos opostos que se atraem e dão origem a coisas lindas e maravilhosas ;)
Por vezes a música portuguesa é uma desilusão - mais vezes do que aquelas que gostaria de admitir - mas é uma questão de procurar e não partir do princípio que tudo o que é português não vale nada, as rádios e televisões também contribuem para isso: as rádios colam-se ao comercial e as tv's ao que o pimba pode oferecer. Dêem oportunidades à música portuguesa e vão ver que não se arrependem ;) hope you like it
Esta é a música que mais tenho ouvido nos últimos dias (últimas semanas vá). É dos xutos YEAAAAAAAH Não me perguntem porquê, mas sinto algo em relação a esta música. Não se aplica a nenhum periodo particular da minha vida, mas sinto que algo está perto. Pode ser só paranóia minha, mas algo se passa. E se passa, passará por mim. Há uma música deles que acho muito parecida (por se tratar de um antes e depois) que é a Ai se ele cai, que amo de paixão. Mas ficam a saber que as minha preferidas de sempre são, A minha casinha, N'america(aaaaa), Para Sempre e os Contentores, ai meninos o que eu berro quando estas músicas começam, são as memórias que sobem e canto berro até que a voz me doa. Mas bom, ficam com esta que é bem boa :)
Quero tudo contigo. Uma árvore no jardim, um banco, a velhice, a juventude, a eternidade.
Quero tudo contigo. Quero a viagem, o tempo, a aventura.
Quero os lagos, as montanhas, as savanas e as praias.
Quero o infinito e o zero mais.
Quero as indeterminações e que os limites nos abram horizontes.