- calças de ganga - bués mesmo. Tenho uns 5 pares que me dão perfeitamente até ao fim do mundo, mas sinto que preciso de mais.
- lingerie - não é que tenha uma extrema necessidade de hardware - diria a minha mãe se só tens duas mamas para que queres tanto sutien? - mas preciso imenso que aconteçam saldos na women's secrets para eu me ir desgraçar a 50%
- Calçado em geral - botas então nem se fala. Descobri que quero umas em estilo cowboy, cano baixo mas lindas de morrer que estão na Seaside em saldo e umas que havia na Modalfa salto baixo que eu era menina de andar com elas todos os dias. E sapatos? Daqueles tipo Oxford que eu adoro. E sapatilhas? Jasus.
- Collants - de preferência de uma côr diferente de preto (porque tenho 20 pares desses) para usar com os vestidos no inverno
- EYELINER - indeed, deixei acabar o meu
e só dei conta depois de ter feito um olho e já não ter para o outro. Foi na base do desenrasca amigas - Preciso de mais pessoas fixes, aceitáveis, genuinamente simpáticas. Pessoas que conversem e mandem beijinhos. Pessoas que vão comigo às compras e depois ao cinema e depois vamos dar uma volta. Pessoas com quem posso confessar a minha paranóia em encontrar caloiros antes do dia das colocações e com quem posso contar no dia da matrícula - e seguintes. Quero gente genuína, que não se encosta quando lhe dá jeito. Essa gente, se estivesse à venda, era em lojas gourmet que se encontravam.
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Das coisas que me fazem falta
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Replay infinito #7 - La famille Bélier edition
O filme estreou ontem em Portugal e, embora eu tenha visto a versão francesa num pseudo-Wareztuga francês, estou quase disposta a ir vê-lo ao cinema. Faz lembrar imenso a minha zona quando vivi em França (embora o filme tenha sido gravado no sítio oposto onde eu estava), a França rural é tudo assim: uns têm terrenos enormes para cultivar, outros têm animais e todos acabam nas feiras de produtos regionais a vender o que produzem, por isso é tudo bem diferente daqui. Foi muito bem retratada a realidade do campo e do conceito de família francesa sem falar no facto de eu adorar o francês. Tudo é melhor em Francês, onde a junção das letras PD é um insulto (e dos mais fortes)
As músicas são praticamente todas de Michel Sardou (que equivale à versão melhorada do Tony Carreira em Portugal) e há uma, cantada pela protagonista na sua audição, que se chama Je vole e pronto, vocês sabem o resto. Especialmente dedicada aos pais que não querem que os filhos saiam de casa para ir para as universidades, erasmus, etc. principalmente agora em que se está a decidir o futuro de mais de 45 mil alunos haverão pelo menos 90 mil pais preocupados mas algum dia têm que sair debaixo das saias da mãe, não é?
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Perseidas 2015
Bem, qualquer pessoa minimamente interessada em fenómenos do céu noturno sabe que as Perseidas ocorrem sempre nesta altura do ano, e têm sempre o seu pico nas noites de 12 ou 13. Por isso hoje, a partir das 23h00 devem procurar um lugar sem luz muito forte e olhem para Nordeste, procurem pela constelação de Perseu acima do horizonte e aguardem o pico de 50 a 60 estrelas cadentes por hora (na realidade, o pico é de 100 por hora, mas quando isso acontece é dia em Portugal).
Se tiverem mesmo sorte (e arranjarem um lugar beeeem no meio do nada conseguem ver a Via Láctea que, no meu caso, passa mesmo por cima de minha casa e começa a ser bem visível nas noites próximas ao dia de Santiago, ou seja, por volta do dia 25 de Julho até aos final de agosto (mas como tenho uma batata para tirar fotos, fica complicado de ter fotos decentes). Aproveitem que depois só se volta a ver para o ano se a lua não estiver em fase de Lua Nova e/ou estiver mau tempo :)
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| Foto por: Jens Hackman em Weikersheim, Alemanha |
terça-feira, 11 de agosto de 2015
Expliquem-me
De onde raio crescem tantos e tão grandes incêndios? Eu não acredito que sejam "só" beatas. Os incendiários andam por perto e se os metessem lá no meio é que era de valor, mas pronto coitados tiveram uma vida difícil e vamos espetar com eles em clínicas/prisões (de onde saem com apenas metade - se tanto - da pena cumprida por bom comportamento) a ver se lhes passa a maluqueira. A falar em beatas: se os carros têm cinzeiros, qual é a necessidade de as deitar fora? Se querem fumar na floresta (o que por si só é estúpido) qual é o problema em apagar o cigarro numa pedra ou deitá-lo na terra esmagá-lo e guardá-lo na mochila para mais tarde o deitar fora? Qual é o vosso problema com "limpar o monte"?
Eu tenho pena é dos bombeiros e daqueles que perdem tudo nos incêndios. Os outros que se fodam.
Eu tenho pena é dos bombeiros e daqueles que perdem tudo nos incêndios. Os outros que se fodam.
domingo, 9 de agosto de 2015
Zenosyne: a sensação que o tempo passa cada vez mais rápido.
Talvez aconteça porque a cada ano que passa esse ano torna-se uma fração cada vez mais pequena da nossa vida. Com um ano acabamos de viver toda a nossa vida. Mas com 60 é apenas 1/60.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Sobre o Regresso dos Emigrantes
Se não têm nada de bom para dizer, calem-se. Sim, todos sabemos que trazem grandes carros (provavelmente alugados para as férias), que falam francês misturado com português, que dizem viemos nas autoroutes sempre a abir e só paramos nas péages, que usam, que invariavelmente têm o símbolo da FPF no carro e/ou tatuado num braço, trazem sempre as camisolas do Cristiano Ronaldo da época do Euro 2004, andam sempre com a música aos berros nos carros, etc. Mas bimbos há-os em todo o lado (principalmente aqui) e os emigrantes podem. Se soubessem o que se passa lá fora percebiam o amor que têm ao país, se vivessem 20, 30, 40 anos lá fora e apenas viessem cá durante um mês por ano e com os vossos filhos não falam assim tanto português percebiam porquê que eles estão mais confortáveis noutra língua ou falarem com sotaque. Mas a maioria que critica não sabe, então façam um favor à humanidade e calem-se. Custa assim tanto acolhê-los durante um mês sem fazer piadinhas estúpidas? Custa?
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Sobre fogo de artifício
Nada me dá mais prazer do que ver dinheiro de impostos a estoirar em cores e formas, estalinhos e barulho que nos põe surdo. A minha felicidade quando se lança o primeiro morteiro é a mesma passado 15, 30, 60 minutos de fogo. Um dia alguém vai ver-me a ver um fogo de artifício, e nesse dia vê-me genuinamente feliz (e talvez se apaixone, entre duas rosáceas). O fogo é o culminar de um ano de trabalho para as festas e penso que dinheiro gasto em pirotecnia não é exatamente mal gasto
Não sei o que me leva - depois de ter visto bem de perto duas explosões, e de sentir o pânico aflorar - a continuar a olhar para cima para os ver rebentar. Não sei se é a adrenalina de saber que basta um ficar preso e morro, não sei se é pela beleza das novas estrelas que sobem, rebentam e apagam ao voltar à terra. Não sei. Mas quero ver os arraiais todos que há para ver.
Não sei o que me leva - depois de ter visto bem de perto duas explosões, e de sentir o pânico aflorar - a continuar a olhar para cima para os ver rebentar. Não sei se é a adrenalina de saber que basta um ficar preso e morro, não sei se é pela beleza das novas estrelas que sobem, rebentam e apagam ao voltar à terra. Não sei. Mas quero ver os arraiais todos que há para ver.
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